Cinco ideias para a coleção “Tons de”

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Gravadora Universal traz de volta boxes com raridades da música brasileira em 2016

 

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O ano finalmente começou para os colecionadores de música brasileira. A Universal Music anunciou que irá retornar com a série “Tons de”, que traz de dois a quatro álbuns dos artistas de seu catálogo, em 2016.

Iniciado em 2012, o projeto trouxe de volta às prateleiras vários discos raros da música nacional remasterizados, sempre trazendo o projeto gráfico original e um encarte com informações sobre o artista, tudo embalado em uma luva de papel, dando aspecto de box.

A reestreia de “Tons de” será com o MPB4, famoso grupo vocal que chegou a acompanhar Chico Buarque em festivais da canção nos anos 1960. A caixa foi editada em 2013 pelo jornalista Thiago Marques Luiz e traz os álbuns 10 Anos Depois (1975), Canto dos Homens (1976) e Vira Virou (1980). Entre os discos que a série já trouxe estão Hoje É O Primeiro Dia Do Resto Da Sua Vida (Rita Lee; 1972), Cinco Sentidos (Alceu Valença; 1981), Jorge Mautner (1974) e Carlos, Erasmo (Erasmo Carlos; 1971).

Com o box em pré-venda a preço médio de R$59,90 e lançamento previsto para dia 29 de abril, preparei uma lista de seis artistas do catálogo da gravadora que deveriam aparecer na série “Tons de”. Desce a agulha!

 

Dois Tons de Alceu Valença

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Alceu já apareceu na coleção anteriormente com o Três Tons de Alceu Valença, trazendo álbuns da sua discografia lançados na década de 1980. A nova edição traria os álbuns Molhado de Suor (1974) e Vivo! (1976). São seus dois primeiros discos, lançado no momento mais roqueiro e menos farofa de sua carreira. Com edições em vinil prometidas também para esse ano, está na hora de essas raridades nordestinas voltarem também em CD para as prateleiras.

Três Tons de Bossa-Nova

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Como Tom Jobim, João Gilberto e Baden Powell estão no catálogo da gravadora, daria para facilmente fazer um box especial da bossa-nova. A caixa traria Chega de Saudade (João Gilberto; 1959), o álbum mais importante para a criação da MPB; o violão com mistura de ritmos africanos de Os Afrossambas (1966; Baden Powell e Vinícius de Moraes) e a união doce de Tom e Elis (1972; Elis Regina e Tom Jobim).

Três Tons de Gal Costa

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Essa caixa traria os discos essenciais da carreira de Gal Costa. Em resumo, seriam seus três melhores álbuns do período da Tropicália. Gal Costa (1969), com “Baby”, “Não Identificado” e “Sebastiana”; o elétrico Gal (1969), um dos melhores discos nacionais de rock, com Lanny Gordin brilhando na guitarra; e FA-TAL: Gal À Todo Vapor (1971), registro do famoso show da cantora no começo dos anos 1970, com direção de Jards Macalé.

Quatro Tons de Gilberto Gil

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Com esse box seria possível termos nas prateleiras no mesmo pacote a marcante trilogia “RE”, concebida nos anos 1970, com muita música negra e brasileira. Além dos discos Refazenda (1975), Refavela (1977) e Realce (1979), ainda seria incluído no pacote o Refestança (1978), disco ao vivo que o baiano gravou com Rita Lee, lançado já no finalzinho da década.

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